—Pois, snr.ª Angelica, sinto muito dizer-lhe que não me sinto deliberada a casar com seu irmão, e que provavelmente ficarei solteira, porque não tenho vocação para o casamento. Acho-me em extremo inclinada ao celibato.
—Quem é esse Celibato? Olhe lá que não vá ser algum pandilha que lhe quer pilhar a legitima!... Eu não conheço esse snr. Celibato... é negociante?
—Nada; é um cadete...—disse Rosa mordendo o riso nos beiços.
—Ah! um cadete, chamado Celibato... Conheço muito bem; ouvi fallar n'elle... é um grande tratante. Não queira esse bigorrilhas.
—Ah! que malvado! Eu não sabia que o snr. Celibato José...
—É verdade, Celibato José... já me esquecia...
—Da Cunha...
—Sim, sim... da Cunha; é o mesmo, tal e qual! Ora vê como eu lhe vali, Rosinha?
—Agradecida, minha amiga. Detesto esse tyranno! Guardarei meu coração para outro esponsalicio...
—Esponsalicio! parece-me que conheço esse snr. Esponsalicio...