—E quem é esta menina?—tornou Manoel.

—É um anjo… Não lhe sei dizer mais nada.

Marianna sorriu-se, e disse:

—Sou uma criada do senhor Simão, e de v. s.^a

—É cá do Porto?

—Não, meu senhor, sou dos arrabaldes de Vizeu.

—E tem feito sempre companhia a meu mano?

Simão atalhou assim á resposta balbuciante de Marianna:

—A sua curiosidade incommoda-me, mano Manoel.

—Cuidei que não era offensiva—replicou o outro, tomando o chapéo.—Quer alguma coisa para a mãe?