—É do Porto?

—Sim, senhor, é do Porto.

—Como se chama?

—Chama-se... esquece-me agora... v. s.ª de certo não conhece, ainda que eu lh'o diga... é um rapaz do commercio, que mora....

—Sim, onde mora? Diga-me a rua, que eu o auxiliarei na recordação do nome, porque sei os nomes de todos os pretendentes de Carlota. Mora na rua de?...

—Na rua... de... ora que cabeça esta!... O senhor atrapalhou-me de tal modo que me fez perder...

—Até a memoria das ruas! é original essa perda! Diga-me mais, entretanto que lhe não lembra: Onde estava Carlota, quando o senhor saíu do Porto?

—Onde havia de estar?... Estava em casa... e tinha estado no convento...

—No convento de...

—No convento, sim, no convento de...