Era Venceslau Taveira, que se antecipára duas horas.
D. Julia subiu celeradamente as escadas, entrou no seu quarto, compoz o semblante, e cogitava indecisa no que diria ao marido se lhe elle notasse a desfiguração.
N'este comenos, entrou elle na ante-camara, chamando-a.
Ella sahiu, e elle, ao vêl-a, disse-lhe:
—Choraste?... Então já sabes alguma coisa da pobre Anna Vaz?
—Não... que é?...
—Pois não sabes?... porque choraste, filha?
—Tristeza... dôres de peito... o presentimento da morte...{256}
—Ó filha...—disse elle acariciando-a.—Que lembrança!... Deixei-te alegre, a brincar com os filhos... Que tens tu, Julia?
—Nada...