—Vem vêr minha filhinha como dorme docemente!—respondeu Casimiro.

—Que dirão agora os calumniadores?—tornou o academico.

—Que eu sou um assassino.

—Um bravo! um modêlo de dignidade.

—Como quizerem. Vem ver minha filha, se gostas de creancinhas.

Foram. A mãi, que, uma hora antes, sentira denodo viril para aggredir o insultador, estava agora chorando sobre as faixas da filhinha. Casimiro aconchegou-a de si e murmurou:

—Então? que é isso, filha?

—Tremo pela tua vida, Casimiro!

—Convence-te, Christina: eu não posso ser morto por D. Alexandre, nem por assassinos de sua paga.