—Não fujo.

—Como não foges?

—Não: salva-te tu, que eu me livrarei da justiça.

—Não livras: diz toda a gente que tu mataste o homem. Alexandre está vivo, e diz que foste tu quem mataste o seu creado, e lhe tiraste a elle a orelha.

—Deixaste sem orelha o homem?

—Nada de riso: foges ou não?

—Já te disse, Guilherme: vai na certeza de que o teu nome nunca será envolvido na minha justificação.

Uma vez de fóra disse:

—Olha que tocam as cornetas na Sophia, ó Lira! Vem, que não temos partido contra o regimento.