—Adeus!—concluiu Guilherme—Oxalá que te não arrependas!

—Fujamos!—exclamou Christina.

—Porque me não attendes, filha? disse maviosamente Casimiro, e desceu a fechar a porta.

Poucos segundos depois, estava a rua cogulada de soldados, e muitas vozes diziam que o assassino tinha fugido com os academicos.

—O melhor é arrombarem as portas, camaradas!—dizia um cidadão—Que fazem vossês ahi, se elle fugiu? É arrombar que não ha outro modo de saber se elle está.

—Arrombar!—contrariou um alferes—a Carta Constitucional prohibe arrombar; mas bate-se a ver se falla alguem.

—Ou isso—disse o cidadão prudente.

O alferes bateu urbanamente. Casimiro abriu de prompto a janella do seu quarto, e perguntou:

—Quem é?

—Ah!—disse o alferes—está em casa?