Christina espediu um grito, e abriu a porta.

—Vem cá!—disse ella ao rapasito, que se ia escapulindo.—Que disseste? Viste o sr. Casimiro?

—Vi-o descer do carro nos braços do tio Antonio carpinteiro. Vem amarello como uma cidra.

—Tu és nosso amigo, José?—perguntou ella offegante.

—Sou, sim, senhora.

—Levas-lhe um bilhete?

—Dê-o cá, fidalga.

—Espera, que eu vou escrevêl-o... O melhor é tu ires esperar no pateo, que eu lanço-t’o da janella, que não vá ver-te alguem aqui no corredor.

O mocinho esperou um quarto de hora, e levou a carta a Casimiro, que respondeu logo.