—Essa carta é um esforço extremo de quem se quer segurar á aresta do abysmo. A baroneza é mulher.
—Já sei.
—Cuidei que não sabias, e de certo não sabes o que é uma mulher.
—Então, já não aprendo.
—Vou-te ensinar o que são todas, definindo-te Ludovina.
—Escuto, sem respirar.
—A baroneza ama-me.
—Isso é bem positivo e claro? Vê lá...
—Tenho visto. Ama-me, e está sem forças para manter uma isenção contrafeita. A mulher, quando se sente enfraquecer, revolta-se contra o homem que a subjuga.{217}
—E depois?