—É clarissimo sempre, sr. Sá; mas desconfio da inefficacia da sua vontade sobre a enxaqueca de Ludovina. E depois, convém-nos que ella esteja doente por um quarto de hora. Vamos falar a respeito d'ella.

—Tenho razões para suspeitar que minha filha não é indifferente a v. s.ª.

—De certo, não.

—Póde dizer-me até que ponto me devo lisonjear com a affeição que Ludovina lhe merece?

—Voto á sr.ª D. Ludovina um sentimento profundamente respeitoso...

—Só?

—Uma affeição nobre e desinteressada...

—Amor?

—De certo... amor... reflectido, e bem intencionado...

—Uma paixão verdadeira, não é verdade?