—É minha filha unicamente que eu quero levar.

—Vou esforçar-me pelo conseguimento d'esse desejo.

—Beijo as mãos de V. Ex.ª; mas devo ignorar onde ella está?

—Poderia sabêl-o, se tivesse pela mãe todo o desprezo que ella merece.

—Prostituiu-se? Bem vê V. Ex.ª que eu lhe faço esta pergunta com a maior serenidade. Não vê?

—Desconfio que não.

—Creia, sr. marquez; se eu tirar a minha filha do abysmo em que está Maria Isabel, visto-me de gala... Mas como foi este rapido despenho da malfadada, por quem eu me perdi?

—Jure-me que hade ser homem de bem!

—Juro a V. Ex.ª que heide ser homem de bem até o provar no patibulo, onde os malfeitores ouvem o pregão da sua infamia.

—Que está ahi a imaginar patibulos! Os homens de bem não vão aos patibulos.