Nicoláo d’Almeida leu a noticia a sua mulher.

Thomazia pôde ainda contrabalançar a exultante esperança de ver o filho com a tristeza de ser morto seu padrinho.

Os vinte annos intermettidos haviam-lhe dado na consciencia toques de dôr que ella escondia do marido.

—E agora?—perguntou ella.

—E agora?—pergunto eu!—respondeu Nicoláo.

—Que fazes? Vaes procural-o?

—Se o vou procurar! que lembrança!...

—Sim... eu cuidei que tu...

—Cuidaste bem, filha; porque eu vou effectivamente procural-o... vou vêl-o...

—E levas-me?