—Não, menina: vou ver se t’o conduzo aqui.
—O meu filho?
—Sim... por que não?! Pois tu não crês que o sangue opere a maravilha? Tenho-te dito que o sangue tem uma voz imperiosa, e impelle o filho para o pae irresistivelmente.
—E vaes, meu Nicoláo?
—Vou á exposição a Pariz e depois irei a Londres.
—Como hasde tu encontral-o?
—Hade ser o sangue que m’o hade mostrar.
—Ora!... eu não creio n’isso... Se o sangue valesse, não teria elle tido uma palavra para sua mãe?
—Saberia elle que tu existias?
—É verdade... não saberia...—obtemperou a esposa.