—Algumas palavras não as entendo; mas outras sim. Pois tu não entendes isto? Diz elle que suspira por mim...

—Sim, isso entendi eu; mas...

—Que suspira por mim como o rôlo...

—O rôlo?!

—Sim; o rôlo que geme pela rolinha...

—Ah! já, já, já!—exclamou a velha, batendo palmadas nas cabeças perfurantes dos joelhos.—O boticario tambem cantava esse verso á guitarra. Deixe-me vêr se me alembra... ha de alembrar...

O rôlo quer a rolinha

E a gemer chama por ella;

O pombo quer a pombinha;

Só tu me despresas, bella!