—Eu nunca o vi...—disse ella.

—Não?...—perguntou Innocencio em tom de suspeita...

—Não.

—Quem sabe?! Tu...

—Eu... quê?

—Não te confessas...

—Ora vejam isto!—replicou entre agastada e dorida a senhora.—Sempre tens manias!... Já hontem quizeste pegar comigo, quando o administrador do concelho me apertou a mão...

—Pois elle!... Eu não gósto d’essas modernices...

—Toda a gente aperta a mão... Isso que faz?

—Não gosto: é mau costume.