[[48]] Remedia guineensia, p. 71. Upsaliae; citado por Flück. et Hanb. Pharmac. p. 590.

[[49]] Monandrian plants of the order Scitamineae, etc. 1828.

[[50]] Hooker (On some afr. sp. of. Amomum. Kew gardens misc. VI, p. 293) vem transcripto em (Walpert Ann. bot. syst. VI, p. 19): póde-se tambem consultar (Bot. mag. t. 4663 e 4764 e noticias annexas).

[[51]] Guibourt (Hist. nat. des dr. simples II, p. 224. 1876).

[[52]] Daniell (On the Amoma of Western Africa. Pharm. Journal XIV, p. 312 e 356, XVI, p. 465 e 511).

[[53]] É esta a opinião de Daniell, da qual se afasta um pouco Hooker, e tambem Flüekiger e Hanbury na sua Pharmacographia.

[[54]] Encontra-se nas ilhas de S. Thomé e do Principe, aonde é conhecido com o nome de Uçame.

[[55]] Veja-se a noticia sobre os Dongos do Congo na (Synopse expl. das mad. e dr. medicinaes, p. 30, num. 51-74) e tambem (Apont. phytogeographicos, p. 544) nos Annaes do Conselho Ultramarino.

[[56]] É necessario advertir que estes limites se referem á planta espontanea, pois que se encontra cultivada não só em outras regiões da Africa, por exemplo nas margens do rio Coango, mas ainda na America, em Demerara e outros pontos.

[[57]] A substancia mencionada pelo capitão Lyon, sob o nome de Tammerat et filfil, entre as mercadorias trazidas do Sudan ao Fezzan, é, sem a menor duvida, a malagueta (A narr. of travels in northern Africa, etc., p. 156, 1821).