«Pelo Manuscripto já citado de Alão de Moraes acha-se noticia do aqui chamado Val de Pantaleão: D. Joanna, tia avó de D. Maria Brandão, casara a primeira vez com João Pantalião; etc.»
«O ilustre professor equivocou-se na leitura do texto. Não se trata de nenhum João Pantalião, como erradamente leu, mas sim de um João Patalim, que é o que se lê no manuscrito de Alão de Moraes, como verificámos por nossos próprios olhos.»
«Esta Joanna, que denunciou os amores de Crisfal e Maria, era D. Joanna Pereira, sua irmã mais velha; Maria era a mais nova, de cinco filhos que tinha o Contador João Brandão.»
«Maria Brandão, a lendária amada do Crisfal, não teve nenhuma irman! era filha única!»
«...a Joanna, que lhe denuncia o casamento clandestino, uma prima, como o notou o sr. Jordão de Freitas.»
«O sr. dr. Theóphilo Braga equivocou-se na sua referencia a Joanna e ao que diz ter sido notado por mim.
«Tão remota, direi agora, que era neta de um irmão (Diogo Lopes Brandão) do 4.º avô (Gonçalo Brandão) de Maria Brandão (Bibliotheca Real da Ajuda, 49-XII-28, pag. 259).
«Sendo assim, nem é presumivel que aquella chegasse a viver no tempo de Maria Brandoa, quanto mais que andasse a pastorear com ella, etc.»[9]
«Quando contigo falei
aquela ultima vez,
o choro que então chorei,
que o teu chorar me fez,
nunca o esquecerei.
Foi esta a vez derradeira,
mas começo de paixão,
passando-me eu então
era o casal da Figueira
do Val de Pantalião.»