O segundo ramo nasce e cresce do primeiro e chama-se Tuue, «pae», e é o que os gera em legitimo casamento, como acontece entre nós, porque para os bastardos ha outra Lei, de que fallarei em lugar proprio.
Este ramo paterno dá outro, que se chama Taire, «filho», o qual se córta e divide-se em diversos galhos, a que chamam chéircure, «meo irmão mais velho», um dia—a cumieira da casa e da familia, e chéubuire, «meo irmãosinho», que só cuidará da casa, si fallecer seo irmão mais velho.
Tendo filhos um destes irmãos, qualquer que seja o sexo, deve chamar o irmão de seo pae chétuteure, «meo tio» e sua mulher chéaché, «minha tia». Da mesma forma si seo pae tiver irmans elle as chama chéaché, «minha tia», como tambem os maridos d’estas chétuteure, «meo tio».
Os tios e tias chamam os meninos de seos irmãos e irmans chéyeure «meo sobrinho», e as meninas reindeure ou chereindeure, «minha sobrinha».
Os filhos de dois irmãos, isto é, de um irmão e os de outra irman se chamam os homens rieure ou cherieure, «meo primo», e as moças yeipere ou cheitipere «minha prima.»
Quanto á descendencia do lado das mulheres, a avó é o tronco, seja paterna ou materna, e chama-se ariy ou cheariy, «minha avó.»
A mãe é o segundo ramo, e chama-se Ai, «mãe», ou cheai, «minha mãe».
Seguem-se gradualmente a filha, cujo nome é tagyre, filha, ou cheagyre, «minha filha», a irman teindure, «irman», ou chéreindure, «minha irman», a tia yaché, «tia», ou chéaché, «minha tia», a sobrinha reindure ou chereindure, «minha sobrinha», ou «minha pequena irman», modo de fallar entre elles, a prima yetipere, «prima», ou cheytipere, «minha prima.»
Eis os ramos de consaguinidade entre elles.