Ella appareceu, correndo.
—Betty, disse eu, vivamente, fechando a porta do quarto. Dize-me: aquella agua com opio não faz mal?
—Porque? sente-se doente?
—Não. Estou bem. Não faz mal?
—Nenhum.
—Juras?
—Juro. Mas…
—Jura sobre estes santos Evangelhos.
—Oh, senhora! Mas porque? Juro. Mas porque?
—Tens opio? Dá-m'o.