—Quem dá para o luto?

O povo ria; bradava:

—Lapidae-a, lapidae-a!

Bar'Abbas dizia:

—Lapidae-a, dae-me para o luto!

E ria, com grandes contorsões, com visagens. A mulher chorava.

Havia um clamor; o povo pedia a lapidação; os phariseus, os escribas diziam que o Rabbi queria o perdão, o desprezo da lei.

—Falla, Rabbi, falla!—gritavam-lhe d'entre a multidão.

Mas Jesus olhava sereno, calado.

Então um escriba, erguendo os braços, convulso, com a voz mordente, colerica, bradou: