E então a imagem, sob o justo e incorruptivel olhar da luz, despregou uma das suas mãos feridas, e cobriu sobre o peito as lettras desposadas.

—É elle, Rabil!—gritou o homem da flôr de cactus.

O velho soluçava.

E então o homem pallido, que tocava na guitarra d'Inspruck, onde os pastores de Helyberg enroscam heras, veio tristemente junto da imagem, enlaçou os braços dos namorados, como se vê nas velhas estampas allemãs, e disse ao pae:

—Abençôa-os, velho!

E saíu, batendo rijamente nos copos da espada.

—Mas quem é?...—disse o velho apavorado.

—Mais baixo!—disse o pagem da amphora de Mileto.—É o Senhor Diabo!... Mil desejos, meus noivos!


Pelas horas da madrugada, na estrada de Vecker, onde as cerejeiras luzem, o homem dos grandes cabellos negros dizia ao pagem branco como os Apollos do marmore: