—Pois espera, que eu mesmo vou chamal-a.
—Muito obrigada, meu pae, muito obrigada...
João saiu da alcova, e sua mulher apoz ele, dizendo-lhe:
—Porém espera, homem; vê o que fazes!
—O que faço?—perguntou ele muito secamente.
—Então sempre vaes chamar essa mulher?
—Sim; e não só a ela como tambem o seu marido.
—Homem, tu estás...
—Estou como queiras que esteja, porém agora vou chamal-os. Pede-o minha filha, e é quanto basta.
—Porém o padre Francisco disse que não e... não.