Neste momento, Dôres, Brigida e Antonia assomaram á porta das suas respectivas habitações, cumprimentando-se ao mesmo tempo.

Dôres pegou no menino, que estava ao colo do marido, e dirigiu-se para a carpinteria, a cuja porta estava a sr.ª Brigida acenando-lhe para que fosse ter com ela.

Deixemos os dois homens continuar na sua conversação e escutemos o que dizem as duas mulheres.

—Que me quer, sr.ª Brigida?—disse Dôres ao chegar.

—Que nos deixes ver o teu filho.

—Pois está bem gorducho—disse com orgulho Dôres, apresentando-lhe o menino.

—Oh! está lindo como os amores!—insistiu Brigida, tomando o menino nos braços, e acrescentando:—Ah! que se o seu avô o visse!...

—Por fim—interrompeu a mãe de Antonia—tu foste feliz, porque perdeste um pae muito bom mas encontraste um marido tão bom como ele.

—Isso é verdade; não tenho motivos senão para dizer bem do meu Julião.

—Deve querer muito ao filhinho, não é verdade?—perguntou Antonia.