—Um vasto cemiterio.

—Viva o vinho!

—E os homens despreoccupados, que se não importam de se embriagarem!

—Viva a Inglaterra, onde a embriaguez é respeitada.

—E está na ordem do dia.

—Ah! Nós, os hespanhoes, somos uns hypocritas; criticamos os piteireiros, mas bebemos vinho.

Desde aquelle momento a conversa dos seis rapazes foi tão animada, tão alegre, que nos seria difficil reproduzil-a.

Contos, anecdotas, escandalos da capital, tudo serviu de assumpto, em redor d'aquella mesa, onde fumegava a digestiva moka e o estomacal cognac.

Ás seis da tarde abandonaram o restaurant, e dirigiram-se para Castelhano. Necessitavam respirar o ar fresco do campo.{93}

[CAPITULO XV]