[CAPITULO VII]

Separação

No dia seguinte quando Ernesto appareceu no quarto de D. Ventura, este disse-lhe:

—Que pallido que está? Que é isso? Não se sente bem? São más as aguas de Florença?

—Pallido? respondeu Ernesto. Estou como sempre, estou bom.

—Não, não, está com muito má côr. Não achas, Amparo?

—Acho-o na mesma, papá, respondeu Amparo de um modo natural.

—Seja como fôr, disse Ernesto sorrindo-se, não pensemos n'isso e tratemos de aproveitar o tempo que nos resta.

D. Ventura, que não tinha vontade propria, pegou no Guia, Ernesto e Amparo nos seus carnets de desenho e sahiram de casa com a incançavel curiosidade dos viajantes.