—Não o nego, meu sogro.

—E eu nego-lhe o direito de chamar-me assim... Proíbo-o!...

—Ora!...

—Não há ora, nem meia ora... Vamos! largue-me!...

—Meu velho amigo!... meu excelente vizinho!...

—Largue-me, com trezentos demónios!...

—Pois sim, meu caro sogro: o gracejo foi delicioso... mas, de que serve prolongá-lo? Sejamos felizes... que não é sem tempo!

—O senhor zomba de mim?

—Eu!... zombar! Ah? antes beijaria o rasto dos seus passos! Zombar, quando a sua presença e a de Rosa, aqui, em casa estranha, sobre este terreno neutro, onde de certo esperava encontrar-me, me provam que...{154}

—Com a breca! interrompeu o senhor Germinal; é de uma rara impudência!... Pretende acaso dizer...