—Quero... quero... quero... gritaram três vozes ansiosas.
—Pois bem! Esse jovem e belo senhor Nuavias, esse feliz senhor Nuavias, que dentro em quinze dias vai desposar uma encantadora menina; esse afortunado senhor Nuavias, de quem somos hospedes, é...
—É... quem?
—André.
—Eu!...
—Sim? sem a menor dúvida! Nuavias é apenas o anagrama de Sauvain.
—Porém, esta casa...
—Ah! tem razão... Esta casa... Ora queira procurar novamente na caixa, senhora noiva...
Na caixa havia ainda outros papeis; mas esses eram espessos, pesados, com selo, cobertos de maçuda escrita, e rubricados por dois tabeliães. Continham um acto legal e autêntico, assegurando a André Sauvain a propriedade de uma casa, situada em Audily (Seine-et-Oise).
—Senhor!... exclamou o pintor fora de si, é demais!... É demais!... Não posso aceitar...