—Eu vou comtigo, não fico nem mais um dia n'esta casa—murmurou-lhe ao ouvido D. Perpetua.
E cobrindo-se poz-se ao lado da filha.
De um salto, o fidalgo tomou a porta, e deteve-a, emquanto o juiz e Maria se afastavam.
—Sigo minha filha.
—Isso é que não. A ti governo eu! Has de obedecer-me cegamente, has de ficar onde eu quizer, entendes bem, onde eu quizer!
Fechou a porta violentamente, e empurrou-a para dentro.
De joelhos, mãos postas, ella supplicava:
—Por amôr de Deus! Deixa-me acompanhal-a!
—Não! Has de pagar por ella.