XXII
Hão de tudo tentar que for preciso...
Descer á eterna sombra do profundo,
Escalar os humbraes do paraiso,
Transpôr os proprios términos do mundo!
XXIII
Mal dá logar a crença, que os inflamma,
Ás visões, que o pavor, na mente gera;
Em frente, muito em frente, a India os chama...
Atraz, já muito atraz, a patria espera!
XXIV
Vozes mil o silencio perturbando,
Da treva densa, em côro, vão subindo!
Serão monstros do mar, que estão bramando?..
Ou d'Africa os leões, que estão rugindo?..