Sob a luz das estrellas scintillando,
De Moisés o destino andou boiando,
N'uma cesta de vime, sobre o Nilo!

XIX

Na treva, ruge o mar sinistramente;

Nas almas pésa a noite... Muito embora!..
Avançam para o fulgido Nascente,
Hão de ver, no seu throno, a rosea Aurora!

XX

Vae ali cada um cumprir seu fado,

E Deus fará, que seja bem cumprido;
Em vão ha de rugir o mar irado,
Em vão clamar o céu desconhecido.

XXI

Por todos foi jurado,—e cada um,—

Levar a cabo um feito, ao pé do qual,
Não houvesse, em annaes de povo algum,
Memoria d'outro feito assim igual.