E por todo o estrellado firmamento,

De cada estrella, esta pergunta cáe:
«Quem viu tal aventura, tal portento?
D'onde vem esta gente, e aonde vae?»

XVI

No emtanto, os rudes peitos temerarios,

Dentro das naves, perguntando vão:
«Astros novos, propicios ou contrarios,
Estes astros do céu, que estrellas são?»

XVII

Onde vae, mar em fóra, a lusa armada?..

Vae em busca do eterno vellocino.
Olhos postos na cruz e a mão na espada,
Leva em si Portugal e o seu destino.

XVIII

O destino de um povo! Assim tranquillo,