Repetia:
—Uma escrava!...
—Mas ha pouco, louquinha, dizias-me tu tão altiva: Sou filha dos marquezes de Penha Longa, dez vezes mais orgulhosa por isso, que qualquer outra mulher. E agora? Incoherente...
E torcia-lhe o labiosinho amuado, côr de rosa.
Ella bebia. E fazendo estalar a lingua:
—Ah! Não repares no que eu disse. Nós fallamos sempre em orgulho e antepassados, quando não temos que dizer outra cousa. O papá era assim: nós aprendemos.
—Oh condessa! disse eu espantado.
—Ora! De mais o sabes tu. Dá-me champagne!
—Olha. E um beijo, outro, outro...
O conde ceava com Fatime, provavelmente.