—Um rapaz como umas casas, forte, loiraço e bom trabalhador. Hein? sua sonsinha... hein?
E insinuando-se, velha toupeira:
—Tendo juizo, minha riquinha, é uma mina. Nada de cahir antes de tempo, percebes?
Carolina estava rubra, com palpitações doidas.
—E quem é? Como se chama?
—Isso queria vossê saber, isso queria vossê saber!
—Não, serio, diga.—E mais resoluta—ha-de dizer!
—Aqui defronte do becco, ha uma loja de marceneiro. Sabe. A do Ferreira, um de óculos.
—Ah! fez Carolina. Já sei.
—Ha um official, o João, bonitote, muito claro. É esse.