O macaco ria, ou chorava.

Viva a Reliquia!—exclamavam á frente do cortejo.

Viva o Relicas!—berravam os paradas-velhas.

Do liberal de 34 a Politica acerdalada fizera aquillo: uma coisa ridicula, comica, irrisoria, tristemente deploravel, porque tinha cabellos brancos. Essa coisa já não era a Reliquia dos homens liberaes de 34; era uma Reliquia falsificada, de contrabando, como seria o rabo do meu gato, exposto em Santo Estevão á veneração das beatas, como uma trança de cabello de Santa Margarida de Cortona.

Á porta do Sr. Palhares, a cabeça branca d’esse velho recebia picaresca consagração, n’esta phantasiosa e alcoolica imagem:

Viva a Rosa de 74 annos, estramplantada para o nosso Jardim!

E a caterva parada-velha repetia:

Viva a Rosa Relicas!

Do homem liberal ficou para Valença a: Rosa Relicas.