—Comadrinha vae, compadrinho vem.
No fim da noite, entram já na conversa as roupas de linho, de panno cru, as caçarolas, as panellas.
Lá ao longe, muito ao longe, sempre em nuvens côr de rosa, a fugitiva miragem d’um cavalheiro, irreprehensivelmente encasacado, gravata e luvas brancas,—curvado em graciosa mesura perante o Papá e a Mamã.
Um pedido—um sim, Papá!—uma lagrima da Mamã—um ai! e um fanico.
Dois mezes depois, Padre Magalhães dá o nó; e o mesmo raio do sol, que em Abril nos despertava, penetra indiscretamente na alcova nupcial e segreda-nos ao ouvido:
forte lôrpa!
Annos passados, quando compadre e comadre teem quatro filhas casadoiras, são elles que reclamam a eleição.
Cada palmito que sai de casa é um anzol.
Para o Velloso—oh Paes de familia!—só a coca ou o botirão.