Não quero que á ventura o logar deva;

Que não ha mór isento.

Nem que melhor se atreva,

Que o que tudo, que tem, comsigo leva.

Qual cobra na espessura,

Que deixa entre os espinhos esquecida

A velha vestidura,

E d’ella já despida,

Como anguia no mar, renova a vida;

Assim quando me vejo