Que encontrando a razão mal se empregava,
Ponha em mãos do despreso
Os bens que procurava,
Da liberdade minha, que era escrava.
Adeus doces enganos;
Já parece razão que vos despida,
Viveis ha muitos annos,
Deixae-me agora a vida,
Que, em quanto a vós tivestes, foi perdida.”
BIEITO