Ah! Corino, quem podera

Dizer agora o que sente,

Se, só com te vêr prezente,

A voz não lhe emmudecera.

Confesso que estou culpado,

Mas não só de atrevido:

Mil vezes te tenho ouvido,

E só agora escuitado.

Quem te trouxe entre pastores,

Aonde esta vida t’extranha?