Wayne virou seu rosto, e as lágrimas brilhavam sobre ele.
— Sou apenas um menino, mas é verdade. Pintaria o Leão Vermelho em meu escudo mesmo que tivesse só o meu sangue.
Rei Auberon soltou a mão e ficou sem mexer, atordoado.
— Meu Deus do Céu! Será possível que alguém dentro dos quatro mares da Grã-Bretanha realmente leva Notting Hill a sério?
— Meu Deus do Céu! — Wayne disse apaixonadamente. — É possível que haja, dentro dos quatro mares da Grã-Bretanha um homem que não a leve a sério?
O rei não disse nada, mas apenas voltou a subir os degraus da tribuna, como um homem atordoado. Caiu novamente para trás em sua cadeira e chutou seus calcanhares.
— Se esse tipo de coisa continuar... — disse fracamente — Vou começar a duvidar da superioridade da arte à vida. Em nome dos Céus, não brinque comigo. Você realmente quer dizer que você (Deus me ajude!) um patriota de Notting Hill? Você é…
Wayne fez um gesto violento, e o Rei o acalmava freneticamente.
— Tudo bem, tudo bem, vejo que você é; mas deixe-me continuar. Você realmente propõe lutar contra estes renovadores modernos, com seus conselhos, inspetores e agrimensores e todo o resto?
— Eles são tão terríveis? — perguntou Wayne, com desdém.