O farmacêutico pareceu fazer uma pausa, só um momento, recebeu o insulto, e imediatamente disse:

— E o próximo artigo, por favor?

— Alúmen — disse o superintendente, descontroladamente. — Recomeçando... É apenas nesta cidade sagrada que seu sacerdócio é reverenciado. Portanto, quando luta por nós não luta apenas para si, mas por tudo o que simboliza. Luta, não só por Notting Hill, mas pela terra das fadas, pois tão certo como Buck, Barker e tais homens se fortalecem, o sentido da terra das fadas, de alguma maneira estranha, diminui.

— Algo mais, senhor? — perguntou o Sr. Bowles, com alegria ininterrupta.

— Ah, sim, jujubas, purgante, magnésia. O perigo é iminente. Em todo este assunto senti que lutei não apenas pela minha própria cidade (apesar de que devo a ela todo o meu sangue), mas por todos os lugares em que estas grandes ideias poderiam prevalecer. Estou lutando não apenas por Notting Hill, mas por Bayswater, por North Kensington. Pois, se os caçadores de ouro prevalecerem, estes também perderão todos os seus antigos sentimentos e todo o mistério de sua alma nacional. Sei que posso contar com você.

— Ah, sim, senhor — disse o farmacêutico, com grande animação —, estamos sempre contentes de ajudar um bom cliente.

Adam Wayne saiu da loja com um profundo senso de realização na alma.

— É muita sorte — disse ele —, ter tato, para ser capaz de contar com os talentos peculiares e especialidades, do cosmopolitismo da mercearia e da necromancia do velho mundo do farmacêutico. Onde estaria sem tato?

Capítulo II - O Notável sr. Turnbull

Após mais duas entrevistas com homens das lojas, no entanto, a confiança do patriota em sua própria diplomacia psicológica começou a minguar vagamente. Apesar do cuidado com que considerava a lógica peculiar e a glória peculiar de cada loja separadamente, parecia haver algo que não respondia nos homens das lojas. Se era um ressentimento obscuro contra o não-iniciado bisbilhotando sua magnificência maçônica, ele não conseguia conjecturar.