— Deixe-me ver — disse Wayne, de forma amigável, mas vago. — Algum sal volátil.
— Uma garrafa de oito, dez ou dezesseis pences? — disse o jovem, jovialmente.
— Dezesseis, dezesseis — respondeu Wayne, com uma submissão selvagem. — Eu vim para perguntar-lhe, Sr. Bowles, uma pergunta terrível.
Ele parou e se recompôs.
— É necessário — ele murmurou —, é necessário ser diplomático, e de acordo com o apelo de cada profissão.
— Eu vim — retomou em voz alta — para fazer uma pergunta que vai de encontro com as raízes de suas labutas milagrosas, Sr. Bowles. Deve toda essa magia cessar? — E acenou com o bastão em torno da loja.
Não encontrando nenhuma resposta, continuou com animação:
— Em Notting Hill sentimos até no amago o mistério élfico de sua profissão. E agora Notting Hill está ameaçada.
— Algo mais, senhor? — perguntou o farmacêutico.
— Oh — disse Wayne, um pouco perturbado. Oh, o que é que os farmacêuticos vendem? — Quinino, acho. Obrigado. Deseja ser destruído? Conheci esses homens de Bayswater e North Kensington, sr. Bowles, eles são materialistas. Eles não veem nenhuma bruxaria no seu trabalho, mesmo quando é feito dentro de suas próprias fronteiras. Acham que o farmacêutico é comum. Eles pensam que ele é humano.