Foi neste momento, com toda a probabilidade, que a entrevista começou a produzir resultados mais decepcionantes. O homem parecia inclinado a considerar a sugestão de se tornar um coronel como fora da esfera de discussão imediata e relevante. A longa exposição da inevitável guerra da independência, juntamente com a compra de uma duvidosa espada do século XVI por um preço exagerado, pareceu reassentar os assuntos. No entanto, Wayne saiu da loja um pouco infectado com a melancolia de seu proprietário.
A melancolia foi completada no barbeiro.
— Barba, senhor? — perguntou o artista de dentro de sua loja.
— Guerra! — respondeu Wayne, em pé na soleira.
— Como? — disse o outro, bruscamente.
— Guerra! — disse Wayne, calorosamente. — Mas não para algo incompatível com a beleza e as artes civilizadas. Guerra pela beleza. Guerra pela sociedade. Guerra pela paz. Uma grande oportunidade é oferecida para repelir a calúnia que, em desafio a vida de tantos artistas, atribui poltronaria para aqueles que embelezam e pulem a superfície de nossas vidas. Por que não podem cabeleireiros ser heróis? Por que não...
— Agora, saia! — disse o barbeiro, irascível. — Não queremos alguém do seu tipo aqui. Saia!
E avançou com a contrariedade desesperada de uma pessoa suave quando enfurecida.
Adam Wayne colocou a mão por um momento sobre a espada, então a soltou.
— Notting Hill — disse ele — precisará de seus filhos mais ousados — e virou-se tristemente para a loja de brinquedos.