— Olá, Barker! — disse que o comerciante. — Algum de nossos artigos de verão? Está muito atrasado. Leis fabris, Barker. Humanidade e progresso, meu garoto.
— Oh, não começa — gritou Barker, batendo os pés no chão. — Fomos derrotados.
— Derrotados... Por quê? — perguntou Buck, mistificado.
— Por Wayne.
Buck olhou para o rosto branco feroz de Barker pela primeira vez, que brilhava à luz do lampião.
— Venha tomar uma bebida — disse ele.
Foram para um buffet almofadado deslumbrante, e Buck sentou-se de forma lenta e preguiçosa em um banco, e puxou sua cigarreira.
— Como isso aconteceu? — perguntou Buck, encarando-o com seus grandes olhos ousados.
— Como diabos vou saber? — gritou Barker. — Aconteceu assim, como um sonho. Como podem duzentos homens derrotar seiscentos? Como podem?
— Bem — disse Buck, friamente —, como é que o fizeram? Você deve saber.