— O que está acontecendo agora? — perguntou Buck, virando-se para ele com uma espécie de alívio.
— A luta ainda está em curso — disse Barker. — Os quatrocentos de West Kensington mal foram tocados na noite passada. Eles mal chegaram perto do lugar. Os homens do pobre Wilson de Bayswater chegaram, no entanto. Lutaram bem. Tomaram Pump Street. Que coisas loucas acontecem no mundo. E pensar que de todos nós foi o pequeno Wilson com os bigodes vermelhos que se saiu melhor.
O Rei fez uma nota em seu papel:
“A conduta romântica do Sr. Wilson.”
— Sim — disse Buck —, isto faz um ficar um pouco menos orgulhoso de si próprio.
O Rei repente dobrou ou amassou o papel e o colocou no bolso:
— Tenho uma ideia. Serei uma testemunha ocular. Vou escrever cartas da frente que serão mais lindas do que o real. Dê-me o meu casaco, Paladino. Entrei nesta sala um mero Rei de Inglaterra. Deixo como Correspondente Especial de Guerra do Jornal da Corte. É inútil me parar, Pally; é inútil agarrar meus joelhos, Buck; é inútil, Barker, chorar sobre o meu pescoço. "Quando o dever chama...”, o restante do sentimento me escapa. Receberá meu primeiro artigo esta noite em torno das oito horas.
E, correndo para fora do escritório, pegou um ônibus azul para Bayswater que estava passando.
— Bem — disse Barker, melancolicamente —, bem.
— Barker — disse Buck —, negócios podem ser menores do que a política, mas a guerra é, como descobri ontem à noite, bem mais como negócios. Políticos são demagogos arraigados que, mesmo quando têm um despotismo, não pensam em nada, senão a opinião pública. Então aprendem a atacar e correr, e estão com medo da primeira brisa. Agora, nós nos atemos a algo até conseguir. E nossos erros nos ajudam. Olhe aqui! Neste momento vencemos Wayne.