— Muito bem, senhor — disse Bowles, com um ar de submissão —, aos nossos olhos a santidade de imprensa é pelo menos tão grande como a do trono. Não desejamos nada mais que nossos erros e as nossas glórias sejam amplamente conhecidas. Posso perguntar, Pinker, se tem alguma objeção a ser apresentado ao superintendente e ao General Turnbull?
— O superintendente já tive a honra de conhecer — disse Auberon, simplesmente. —Nós velhos jornalistas, sabe, encontramos todo mundo. Estaria encantado em ter a mesma honra novamente. Também seria uma satisfação conhecer o General Turnbull. Os homens mais jovens são tão interessantes. Nós, da velha gangue de Fleet Street perdemos o contato com eles.
— Se importa de me acompanhar? — disse o líder da companhia O.
— De maneira alguma — disse Pinker. — Pode prosseguir.
O Grande Exército de South Kensington
O artigo do correspondente especial do Jornal da Corte chegou no devido tempo, escrito num papel muito grosseiro na arabesca caligrafia do rei, em que três palavras enchiam uma página, e ainda eram ilegíveis. Além disso, a contribuição era mais desconcertante no início, que era aberto com uma sucessão de parágrafos apagados. O escritor parecia ter tentado o artigo, uma vez ou duas vezes, em diversos estilos jornalísticos. Ao lado de um experimento estava escrito “Tentar o estilo americano", e começou o fragmento:
“O rei deve ir. Queremos homens corajosos. Tudo é um disparate muito…”. E depois parou, seguido pela nota “O bom e correto jornalismo é mais seguro. Experimentar”
A experiência em bom e correto jornalismo pareceu começar:
“O maior dos poetas ingleses disse que uma rosa por qualquer...”
Também parou abruptamente. A anotação seguinte, no lado era quase indecifrável, mas parecia ser algo como: