— Conheço Wayne muito bem — disse Buck, rindo. — Quando se submeter, irá enviar um arauto vermelho flamejante com o Leão de Notting Hill. Mesmo a derrota será agradável para ele, desde que formal e romântica.
O Rei, que caminhou até a cabeça da linha, quebrou o silêncio pela primeira vez:
— Não me espantaria se ele desafiar você, e não enviar o arauto depois de tudo. Não acho que conhece Wayne tão bem quanto pensa.
— Tudo bem, vossa Majestade, — disse Buck, tranquilamente — se não for desrespeitoso, demonstrarei meus cálculos políticos de uma forma muito simples, aposto dez libras por um xelim que o arauto retorna com a rendição.
— Tudo bem — disse Auberon. — Posso estar errado, mas a minha noção de Adam Wayne é que ele vai morrer em sua cidade, e que, até que esteja morto, esta não vai ser uma propriedade segura.
— A aposta está feita, vossa Majestade — disse Buck.
Outro longo silêncio se seguiu, no curso do qual Barker sozinho, em meio ao exército imóvel, caminhou batendo os pés em seu jeito inquieto.
Então, de repente, Buck inclinou-se para a frente:
— Vou tomar o seu dinheiro, vossa Majestade. Eu sabia. Lá vem o arauto de Adam Wayne.
— Não — gritou o rei, olhando a frente também. — Seu bruto, é um ônibus vermelho.