— Não — disse Buck, calmamente, e o rei não respondeu, pois por baixo do centro da espaçosa e silenciosa Church Street estava andando, sem sombra de dúvida, o arauto do Leão Vermelho, com dois trompetistas.
Buck tinha algo nele que lhe ensinou a ser magnânimo. Em sua hora de sucesso, sentiu-se magnânimo para com Wayne, a quem realmente admirava; magnânimo para com o Rei, por quem fora marcado tão publicamente, e, acima de tudo, magnânimo para com Barker, que era o líder titular deste vasto exército de South Kensington, que seu próprio talento tinha evocado.
— General Barker — disse ele, curvando-se —, se propõe a receber a mensagem do sitiado?
Barker também se curvou, e avançou para o arauto.
— Seu mestre, o Sr. Adam Wayne, recebeu nosso pedido para rendição? — perguntou ele.
O arauto transmitiu uma afirmativa solene e respeitosa.
Barker retomou, tossindo um pouco, mas encorajado.
— Qual a resposta que seu mestre enviou?
O arauto novamente inclinou-se submisso, e respondeu com uma espécie de monotonia:
— Minha mensagem é esta. Adam Wayne, alto lorde superintendente de Notting Hill, sob a Carta do Rei Auberon e as leis de Deus e toda a humanidade, livre e de uma cidade livre, cumprimenta James Barker, alto lorde superintendente de South Kensington, pelos mesmos direitos livre e honrado, líder do exército do sul. Com toda a amigável reverência, e com toda a consideração constitucional, deseja que James Barker deponha suas armas, e que todo o exército sob seu comando que deponha as armas também.