Em 1356: courella do Pereiro, alem de Carnide que parte com vinha de Santaloy.

Deve ser Santo Eloy, no caminho da Pontinha para A da Beja.

Em 1366: vinha no Cano, logo, ou logar, de Carnide.

Em 1397: em Carnide... em logo que chamam a Soeira.

Em 1438: fulano morador na Payãa. Agora diz-se Payam.

De 1443 temos um documento interessante: trata de uns Tintaes de vinha, um acerca do outeiro... confrontando com caminho da Granja, outro com azinhaga que foi da fonte do Machado; são nomes que ainda vivem.

Em 1466... vinha do morgado de Mem de Brito.

Em 1481... vinha que parte com a ermida de Santa Maria da Luz, em Carnide.

Um documento de 1484 menciona as courellas que pagavam o quarto á quinta de Carnide, duas entestavam com a Luz e caminho que vae para o Lomear. Outra com estrada que vae de Carnide para Lisboa. Menciona-se um fulano morador na Ribeira de Agoa Livre; é um sitio da ribeira ou do valle de Carenque. Uma courella no cabo do Rego, outra na estrada de Lisboa e na do Lumiar.

A pag. 32 da publicação do sr. P. d’Azevedo (Archivo Historico Portuguez, vol. III), vem o titulo dos canos: F. morador na de Dona Maria (é a aldeia que fica a norte de A da Beja) tinha uma courella de vinho e azeite que entesta no ribeiro do Bom Nome (a quinta do Bom Nome é agora a do Sarmento), e com o Resyo do logar. O rocio de Carnide era a poente da egreja de S. Lourenço, a parochial, que é do seculo XIII.