Eram commandados por um antigo irmão de armas de Lavalleja, o coronel Jurien. Lavalleja podia evitar o combate, mas não o quiz e marchou direito aos duzentos cavalleiros, e pediu uma entrevista ao coronel antes de entrar em combate.
—Que quer e que vem aqui fazer? perguntou Jurien a Lavalleja.
—Venho libertar Montevideo do dominio estrangeiro, respondeu Lavalleja, se tem as minhas idéas acompanhe-me, se não, entregue-me as suas armas, ou prepare-se para o combate.
—Não comprehendo o que querem dizer essas palavras=entregue-me as suas armas, respondeu o coronel, e espero que ninguem m'as ha-de explicar.
—Então tome o commando dos seus soldados, e vamos vêr por quem é Deus.
—Veremos, disse Jurien.
E partiu a galope a unir-se aos seus soldados.
Mas no mesmo momento Lavalleja desenrolou a bandeira nacional, azul, branca e encarnada e immediatamente os cento e sessenta orientaes passaram para o seu lado.
Os quarenta brazileiros foram feitos prisioneiros.
A marcha de Lavalleja para Montevideo foi uma verdadeira marcha triumphal, de que o resultado foi que a republica oriental, proclamada pela vontade e enthusiasmo de um povo inteiro, tomou logar entre as nações.