Ao todo seis officiaes superiores, trinta officiaes subalternos, cinco medicos, dez advogados, e um principe, todos notaveis pela intelligencia e pelas qualidades moraes.
Dois tinham sido presos e executados.
Eram o tenente de carabineiros João Baptista Lanari e o capitão Jacome Garelli.
Um foi executado a 21 de julho, e o outro a 25 de agosto.
O principal criminoso era, sem duvida, Carlos Alberto, pois havia proclamado a constituição, não como dizem os seus partidarios, salvo a approvação de Carlos Felix, mais n'estes termos que estão mui longe de serem reservados:
«Nella fiducia che sua Maesta il re, nosso dál eistesse considerazioni SARA PER RIVESTIRE questa deliberazione della sua socrasia approvazione, la constituzione di Spagna SARA PROMULGATA ET OSSERVATA COM LEGE DELLO STATO.»
Por isso assim que o principe de Carignan recebeu a carta que lhe participava a recusa do rei Carlos Felix, correu a Modena, mas o rei recusou recebel-o e o duque mandou-o intimar para deixar os seus estados.
O principe de Carignan retirou-se para Florença para o lado do grão duque de Toscana.
Para Carlos Alberto não se tratava unicamente de um simples exilio, ou d'um desvalimento momentaneo, mas sim da perda do throno do Piemonte. Espalhou-se então que Carlos Felix legava a corôa ao duque de Modena, e este que não a havia alcançado na conspiração dos principes italianos contra a Austria, esperava esta vez realisar a sua ardente ambição.
O principe de Carignan disse ao conde de la Maison-Fort, nosso ministro em Florença, qual era a sua posição, e este escreveu a Luiz XVIII relatando-lhe tudo.